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fevereiro 7, 2019

Beto Shwafaty na Luisa Strina, São Paulo

Galeria Luisa Strina anuncia a segunda exposição individual de Beto Shwafaty, intitulada Amanhã não lembrarei de nada, de 14 de fevereiro a 23 de março. O artista mostrará uma série de trabalhos inéditos: obras morfologicamente diversas, que apresentam porém gestos, características e raciocínios similares. Atuando ao mesmo tempo como alegorias e sintomas de uma crise de memória e de identidade, que influenciam concepções sobre a realidade, as obras criam pontes entre acontecimentos históricos e o conturbado o momento nacional atual, em que ataques contra os direitos civis, sociais e trabalhistas vem sendo orquestrados.

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A tridimensionalidade é constante fundamental que atravessa essa exposição. As obras apresentadas se amalgamam como assemblagens de signos, de procedimentos e de linguagens que articulam conceitos ligados tanto às artes (a escultura, o objeto, a instalação), quanto aos acontecimentos sociopolíticos e culturais recentes. Assuntos ligados à monumentalidade, progresso, abstração, citação, história, memória e violência são evocados por essas novas produções do artista.

Como em projetos e produções anteriores, Shwafaty emprega uma gama diversa de materiais, linguagens e procedimentos para articular processos de apropriação, justaposição, tradução e transformação. Através do uso de materiais brutos, objetos encontrados e apropriados, da articulação e ocupação do espaço expositivo, do uso de formas e palavras, o artista nos propõem uma reflexão acerca das implicações da cultura como palco, e alvo, de inúmeras disputas, assim como de subsequentes revoluções.

Sobre o artista

Beto Shwafaty (1977 – São Paulo) produz instalações, vídeos e objetos escultóricos, utilizando diversos materiais e metodologias, como pensamento curatorial, estratégias institucionais, críticas e pesquisa de arquivos. Seus projetos são informados pelas noções de apropriação, deslocamentos e tradução, gerando trabalhos que são desenvolvidos por longos períodos de tempo. Em sua prática, ele muitas vezes se concentra no modo como os episódios históricos podem deixar rastros na cultura e repercutir em objetos, espaços e estruturas socioculturais, que por conseqüência produzem significados e comportamentos compartilhados publicamente. Nesse sentido, tem se interessado por temas ligados à história, sociopolítica, arquitetura e design, assumindo-os como elementos narrativos e evidências que podem nos informar sobre diversos aspectos do nosso tempo presente.

Suas recentes exposições incluem: 35o Panorama da Arte Brasileira, MAM São Paulo; Contrato de Risco, Galeria Luisa Strina, São Paulo; Hablemos de Reparaciones, Prometeogallery, Milão; A Matriz Fantasma (Estruturas Antigas, Novas Glórias), Projeto Situ, São Paulo (todos 2016); 19º Video Brasil, Sesc, São Paulo; Amor e ódio a Lygia Clark, Galeria Nacional Zacheta, Varsóvia; Peças em Conversação, NBK, Berlim; Se o Clima for Favorável, 9ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre; P33_Unicas formas de Continuidade no Espaço (33o Panorama da Arte Brasileira), MAM São Paulo. realizou residências na Gassworks (Londres), Villa Vassilief (Paris), Lugar a Dudas (Cali), Residence Unlimited (Nova Iorque) e RES-Ò (Turin).


Galeria Luisa Strina announces the second solo show of Beto Shwafaty, titled Tomorrow I’ll remember nothing, from February 14 to March 23. The artist will present a series of new works: pieces morphologically diverse, however presenting similar gestures, characteristics and reasonings. By acting at once as allegories and as symptoms of a crisis of memory and identity, which influence conceptions of reality, they create bridges between historical events, disturbing the current national moment, in which attacks against civil, social and labor rights have been orchestrated. ­

Three-dimensionality is the fundamental constant that crosses this exhibition. The works presented are amalgamated as assemblages of signs, procedures and languages that articulate concepts related to both the arts (sculpture, object, installation) and to recent sociopolitical and cultural events. Subjects related to monumentality, progress, abstraction, citation, history, memory and violence are evoked by these new productions of the artist.

As in previous projects and productions, Shwafaty employs a diverse range of materials, languages, and procedures to articulate processes of appropriation, juxtaposition, translation, and transformation. Through the use of raw materials, found and appropriated objects, the articulation and occupation of the exhibition space, the use of forms and words, the artist proposes to us a reflection about the implications of culture as a stage, and target, of numerous disputes, as well as of subsequent revolutions.

About the artist

Beto Shwafaty (1977 – São Paulo) produces installations, videos and sculptural objects, using various materials and methodologies, such as curatorial thinking, institutional strategies, criticism and archival research. His projects are informed by the notions of appropriation, displacements and translation, generating works that are developed over long periods of time. In his practice, he often focuses on how historical episodes can leave traces in culture and impact on objects, spaces and sociocultural structures, which consequently produce publicly shared meanings and behaviours. In this sense, Shwafaty has been interested in themes related to history, sociopolitics, architecture and design, assuming them as narrative elements and evidences that can inform us about various aspects of our present time.

Shwafaty’s recent exhibitions include: 35th Brazilian Art Panorama, MAM São Paulo; Risky Contract, Galeria Luisa Strina, São Paulo; Hablemos de Reparaciones, Prometeogallery, Milan; The Phantom Matrix (Old Structures, New Glories), Situ Project, São Paulo (all 2016); 19th Video Brasil, Sesc, São Paulo; Love and Hate to Lygia Clark, Zacheta National Gallery, Warsaw; Pieces in Conservation, NBK, Berlin; If the weather permits, 9th Mercosur Biennial, Porto Alegre; 33th Brazilian Art Panorama, MAM São Paulo. Shwafaty has been in residencies at Gassworks (London), Villa Vassilief (Paris), Lugar a Dudas (Cali), Residence Unlimited (New York) and RES-Ò (Turin).

Posted by Patricia Canetti at 9:53 AM