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maio 3, 2018

A Marquise, o MAM e Nós no Meio no MAM, São Paulo

A marquise, o MAM e nós no meio propõe reflexão sobre vocação mista do espaço ocupado pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo

Às vésperas de completar 70 anos, museu abre espaço para exposição que se inspira em metáfora de conexão com seu entorno

Entre os dias 8 de maio (abertura às 20 horas para público e convidados) e 19 de agosto de 2018, o MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, apresenta a exposição A marquise, o MAM e nós no meio, inspirada na metáfora de conexão do museu com seu entorno. Sediado desde 1969 em um pavilhão sob a marquise idealizada por Oscar Niemeyer para o Parque Ibirapuera, o museu é parte integrante de um dos mais vigorosos e espontâneos espaços voltados para manifestações culturais, esportivas e políticas da cidade. A Sala Paulo Figueiredo reúne um conjunto de obras da coleção do museu selecionadas pela curadora Ana Maria Maia, permeadas por mobiliário e layout elaborado pelo coletivo de artistas e arquitetos O Grupo Inteiro, que vão dialogar com as atividades realizadas pelas comunidades que frequentam a marquise, coordenados pelo Educativo MAM.

Ana Maria Maia entende que, além da coleção do MAM, são parte integrante do “acervo” do museu as relações de vizinhança, os territórios, e os agentes que convivem no MAM e no seu entorno. “O espaço se apresenta como um convite para as mais diversas ocupações, formadas por grupos que buscam exercitar suas identidades, articulando encontros de dança, esportes e fãs clubes”, explica. “Esse ambiente foi o ponto de partida para minha reflexão sobre o que o MAM é hoje – identidade, acervo e história, no momento em que o museu completa 70 anos. Me pareceu interessante pensar sobre sua identidade mundana, além da relacionada ao circuito da arte”, conclui a curadora.

A vocação mista do espaço amplo da marquise tanto para cultura como para entretenimento remonta os anos 1950: o mesmo edifício que hoje abriga o MAM, sediou, em 1955, um museu de cera, idealizado por Ciccillo Matarazzo, que em 1956, o transformou em rinque de patinação. Em 1969, o espaço foi preparado para ser um cubo branco.

Ao todo são 38 artistas e grupos participantes, entre instalações, performances, apresentações de música e dança, fotografia, pintura e escultura. As obras do acervo permanecem dentro da sala de exposição, enquanto objetos como rampas de skate são utilizados tanto na arquitetura expositiva da mostra como na parte externa, para serem utilizadas pelos skatistas que frequentam o vão livre. Segundo Ana Maria Maia, o objetivo é que o espaço expositivo seja experimentado durante o tempo da mostra “como remanso, palco e pista, em suas interfaces com o entorno”.

Artistas e grupos: Alessandra Leão, Amelia Toledo, Bey Hive, Break Ibira, Cinthia Marcelle, Claudio Tozzi, Coletiva Ocupação, Explode!, Falves Silva, Flávio de Carvalho, Georgete Melhem, Guilherme Peters, Henrique Fuhro, House of Zion, Ione Saldanha, Ivens Machado, Jorge Menna Barreto, Josefa Pereira e Patrícia Bergantin, Laura Lima, Lenora de Barros, Manuk Poladian, Mário Ishikawa, Maureen Bisilliat, MC Delacroix, Micrópolis, Mídia Ninja, Mônica Nador, Nair Benedicto, Nenê da Vila Matilde, O Grupo Inteiro, Otto Stupakoff, Paulo Nazareth, Revista On/Off, Rosana Paulino, Siron Franco, Vilma Slomp, Waldeny Elias.

Ana Maria Maia (Recife, 1984) é pesquisadora, curadora e professora de arte contemporânea. Faz doutorado em Teoria e Crítica de Arte na Universidade de São Paulo. Foi curadora adjunta do 33º Panorama de Arte Brasileira do Museu de Arte Moderna de São Paulo (2013) e curadora do Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural (2011-2). É autora do livro Arte-veículo: intervenções na mídia de massa brasileira (Editora Aplicação, 2016), realizado com Bolsa Funarte 2014 de Estímulo à Crítica de Arte.

O grupo inteiro, composto por Carol Tonetti, Claudio Bueno, Ligia Nobre e Vitor Cesar, desde 2014, reúne diferentes formações e práticas – nos campos da arquitetura, design, arte, comunicação, aprendizagem e tecnologia – que convergem, estabelecem correspondências e se expandem. Realizam pesquisas, agenciamentos, projetos espaciais, gráficos e tecnológicos em diversas escalas, ativando múltiplos modos de convivência. Trabalhos incluem Condutores, para a exposição Playgrounds 2016, MASP e Sesc Interlagos, Campos de Preposições Sesc Ipiranga, 2016 – em colaboração com a Central Saint Martins – Londres, MetaCozinha na Casa do Povo, 2016, Manejo – espacialização do projeto Restauro, de Jorge Menna Barreto na 32a Bienal de São Paulo. http://www.ogrupointeiro.net/

Posted by Patricia Canetti at 5:01 PM