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novembro 13, 2017

Adriano Amaral na Jaqueline Martins, São Paulo

Primeira individual de Adriano Amaral na Galeria Jaqueline Martins abre dia 11 de novembro

Em Rurais, elementos naturais encontram produtos artificiais numa alegoria do corpo humano. Vídeos, instalações e diversos materiais compõem a última exposilção do ano na galeria


O trabalho de Amaral é marcado por um exame aprofundado sobre a natureza das coisas que nos cercam. O corpo humano como uma entidade fechada e simultaneamente porosa, nossas percepções de espaço arquitetônico e o valor dos objetos cotidianos são a base de sua pesquisa artística. Em seu trabalho, vários materiais e estados de matéria se misturam. Elementos naturais como água, luz, ar e terra de carvão encontram produtos artificiais como silicone, maquiagem, roupas, alumínio, fragmentos de máquinas, resina artificial ou concreto. Esses materiais e substâncias contrastantes são freqüentemente empregados para evocar conexões ou para atuar como partes normais do corpo humano.

O video realizado em uma fazenda durante a noite, com um drone nos barracões de alimentos, produtos, máquinas, é o ponto de partida da exposição. O som são fragmentos de ASMR (Autonomous sensory meridian response) coletados na internet e inseridos de forma desconexa nas imagens, nos apresenta um universo especifico, construído, entre o som e o pesadelo, pós-apocalíptico, pós-humano. Com o contraste entre as imagens vazias de humanos e os sons produzidos por humanos, Amaral impõe um distanciamento em relação a origem do som, o transformando em algo máquinal.

Uma série de novos trabalhos incorporados em um conceito espacial criam fusões igualmente inesperadas entre seres humanos, materiais e arquitetura, nesta primeira individual de Amaral na galeria.

Adriano Amaral nasceu em 1982 em Ribeirão Preto, SP. Vive e trabalha entre São Paulo e Amsterdam. Estudou no De Atelier, Amsterdam 2014 – 2016; MA Royal College Of Art em Londres 2012; BA ESPM, São Paulo 2002-2006.

Exposições Individuais:
2017: Skinny goat, Galeria Múrias Centeno, Lisbon, Portugal Alloy Alloy, Vleeshal Zusterstraat, Middelburg, Netherlands Alloy Alloy, Bielefelder Kunstverein, Bielefeld, Alemanha
2016: Fixed Action Pattern, SpazioA, Pistoia, Itália Potlatch, De Atelier, Amsterdam, Netherlands Adriano Amaral, año 35, Tabacalera, Madrid, Espanha
2015: Traysforflotation, Mendes Wood DM, São Paulo, Brasil Never from concentrate, Galeria Múrias Centeno, Porto, Portugal
2014: Soft matter, Space in Between, London, Reino Unido
2012: Embaixo da terra o céu de novo, Transversal, São Paulo, Brasil

Coletivas:
2017: Bearable lightness of being, Grimm Gallery, Amsterdam, Netherlands Alluring shapes, tempting spaces, Galerie Eva Meyer, Paris, França A Gentil Carioca Jaqueline Martins, Galeria Jaqueline Martins, São Paulo, Brasil
2016: Centres of indetermination, Sixty Eight Art Institute, Copenhagen, Dinamarca Sempre um ponto de identidade, sempre distinção, Galeria Jaqueline Martins, São Paulo, Brasil Lonesome wife, Seventeen Gallery, London, Reino Unido Hyperconnected, Biennial of Young Art, Modern Art Museum, Moscou, Rússia Brasil, beleza?!, Beelden Aan Zee, The Hague, Netherlands
2015: Hipótese e horizonte, Observatório, São Paulo, Brasil Aparição, Caixa, Rio de Janeiro, Brasil Wintermute, Grimm Gallery, Amsterdam, Netherlands The infinite lawn, Tenderpixel, London, Reino Unido Pictures and cream, Cristina Guerra, Lisbon, Portugal The place of disquiet, f2, Madrid, Espanha
2014: New participants, De Ateliers, Amsterdam, Netherlands Flet, SpazioA, Pistoia, Italy Postcodes – kind, Coletor, São Paulo, Brasil Degree show, Royal College of Art, London, Reino Unido A sense of things, Zabludowicz Collection, London, Reino Unido Aparição, Athena Contemporânea, Rio de Janeiro, Brasil
2013: Brutalidade jardim, Marília Razuk, São Paulo, Brasil Open cube, White Cube Gallery, London, Reino Unido In conversation, Hillary Crisp Gallery, London, Reino Unido Back fill, Royal College of Art, London, Reino Unido Brasil, beleza?!, Beelden Aan Zee, The Hague, Netherlands
2012: Whip Show, Royal College of Art, London, Reino Unido Solo objects, Arco Madrid, Madrid, Espanha Programa exposições, MARP, Ribeirão Preto, Brasil

Prêmios: Kenneth Armitage Young Sculpture Prize

Posted by Patricia Canetti at 9:49 AM