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junho 14, 2016

Mauro Piva na Leme, São Paulo

A Galeria Leme apresenta a segunda exposição individual de Mauro Piva, onde o artista exibe um conjunto inédito de meticulosas pinturas sobre papel.

[Scroll down for English version]

Esta nova série de trabalhos dá continuidade à sua longa reflexão sobre a importância dos elementos banais que fazem parte do processo de construção da obra. Em séries anteriores o artista apresenta, como obra final, composições que simulam a presença de restos de fitas-crepe ou papéis rasgados sobre a tela, como se a obra ainda estivesse em processo e fosse exibida inacabada. Porém todos estes elementos são pintados de forma realista, criando uma ilusão para o espectador.

Para esta exposição, Piva reitera a importância do processo que é invisível ao público. Inspirado pelos pouco conhecidos testes de cores de Henri Matisse, expostos em sua exposição de “cut-outs” no MoMA, o artista elege os inúmeros pedaços de papel que os pintores usam para testar as cores, recriando-os com aquarela, tinta acrílica, guache, e outros, e também lhes conferindo uma tridimensionalidade a partir de incisões na própria folha de papel que conferem um inusitado volume à composição.

Para além de copiar os seus próprios testes, acumulados no seu atelier ao longo dos anos, o artista também se apropria de testes de cores de nomes consagrados da história da arte, reproduzindo-os na perfeição e mostrando a busca pelas cores desejadas de artistas como Caspar David Friedrich, Elizabeth Peyton, Ellsworth Kelly, Josef Albers, William Turner, tal como da sua primeira inspiração, Henri Matisse.

Com este corpo de trabalho, Mauro Piva constrói uma exposição que é um autorretrato muito pessoal do seu quotidiano e pesquisa artística, simultaneamente instigando uma observação e raciocínio atentos do espectador. Através do seu trabalho propõe também um questionamento acerca dos conceitos de originalidade, autoria e valor, tal como da valorização romântica do gesto e gênio criador.

A exposição será acompanhada por um texto de Julia Lima, curadora assistente do Instituto Tomie Ohtake, que desenvolverá uma reflexão sobre o trabalho de Piva.

Mauro Piva, Rio de Janeiro, Brasil, 1977. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil.

Exposições individuais: XIX Festival da Cultura Inglesa, Centro Cultural Britânico, São Paulo, Brasil; O grande tufo de ervas. Mauro Piva e Pedro Varela, Galeria do Lago do Museu da República, Rio de Janeiro, Brasil (2015); Galería Enrique Guerrero, Cidade do México, México (2014); Galeria Leme, São Paulo, Brasil; Galería El Museo, Bogotá, Colômbia (2013), entre outras.

Exposições coletivas: Lenguajes en papel, M Galería, Bogota, Colombia; O Estado da Arte, Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, Brasil; Abstração, Galeria Fernando Pradilla, Madri, Espanha; Vértice – Construções, Centro Cultural dos Correios, São Paulo, Brasil (2016); Rio Setecentista, quando o Rio virou capital, MAR - Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil (2015); Prêmio CNI SESI SENAI Marcantonio Vilaça – Edição Especial, Museu Nacional do Rio, Rio de Janeiro, Brasil; Duplo Olhar, Coleção Sérgio Carvalho, Paço das Artes, São Paulo, Brasil (2014), entre outras.

O seu trabalho integra coleções tais como: MAR - Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil; Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM, São Paulo, Brasil; Art Center Hugo Voeten, Herentals, Bélgica; JP Morgan Chase Art Collection, EUA; Maxine and Stuart Frankel Foundation for Art, Michigan, EUA, entre outras.


Galeria Leme presents Mauro Piva’s second solo exhibition in the gallery, where the artist shows a unique set of meticulous paintings on paper.

This new series of works gives continuity to his long reflection on the importance of the mundane elements that are part of the process of making the artwork. In previous series the artist presents, as the final work, compositions that simulate the presence on the canvas of masking tape debris or torn papers, as if the work was still in progress and is exhibited when still unfinished. But all these elements are painted realistically, creating an illusion for the viewer.

For this exhibition, Piva reaffirms the importance of the process that is invisible to the public. Inspired by Henri Matisse’s little-known color tests, exhibited in his “cut-outs” exhibition at MoMA, Mauro Piva elects the numerous pieces of paper that painters use to test the colors, recreating them with watercolors, acrylic paint, gouache, and others. Also giving them three-dimensions through incisions on the sheets of paper that give an unusual volume to the compositions.

Besides from copying his own color-tests, accumulated in his studio over the years, the artist also appropriates other tests from well-known artists, reproducing them perfectly and showing the search for the desired colors by artists such as Caspar David Friedrich, Elizabeth Peyton, Ellsworth Kelly, Josef Albers, William Turner and of his original inspiration, Henri Matisse.

With this body of work, Mauro Piva builds an exhibition that is a personal self-portrait of his daily life and artistic research, while instigating a focused observation and thinking of the viewer. Through his work he also proposes a questioning on the concepts of originality, authorship and value as well as of the romantic appreciation of the creative virtuosity.

The exhibition will be accompanied by Julia Lima’s text, Tomie Ohtake Institute’s assistant curator, which will develop a reflection on Piva’s work.

Mauro Piva, Rio de Janeiro, Brazil, 1977. Lives and works in São Paulo, Brazil.

Solo exhibitions: XIX Festival of English Culture, British Cultural Centre, São Paulo, Brazil; O grande tufo de ervas. Mauro Piva e Pedro Varela, Galeria do Lago do Museu da República, Rio de Janeiro, Brazil (2015); Galería Enrique Guerrero, Mexico City, Mexico (2014); Galeria Leme, São Paulo, Brazil; Galería El Museo, Bogota, Colombia (2013), among others.

Group Exhibitions: Lenguajes en papel, M Gallery, Bogota, Colombia; State of the Art, Figueiredo Ferraz Institute, Ribeirão Preto, Brazil; Abstraction, Fernando Pradilla Gallery, Madrid, Spain; Vértice – Construções, Centro Cultural dos Correios, São Paulo, Brazil (2016); Rio Setecentista, quando o Rio virou capital, MAR - Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brazil (2015); Award CNI SESI SENAI Marcantonio Vilaca - Special Edition, National Museum of Rio, Rio de Janeiro, Brazil; Duplo Olhar, Sergio Carvalho Collection, Paço das Artes, São Paulo, Brazil (2014), among others.

His work integrates collections such as: MAR - Rio Art Museum, Rio de Janeiro, Brazil; São Paulo Museum of Modern Art - MAM, São Paulo, Brazil; Art Center Hugo Voeten, Herentals, Belgium; JP Morgan Chase Art Collection, USA; Maxine and Stuart Frankel Foundation for Art, Michigan, USA, among others.

Posted by Patricia Canetti at 5:21 PM